TVs de Nam June Paik  (Fluxo desContínuo :: vídeos) escrito em quarta 29 agosto 2007 17:54

Blog de digital :[in Pressões Digitais], TVs de Nam June Paik
Registro de algumas obras do videoartista.
TV Buddha (1974) /TV Garden (1974-1978) / TV Fish (1979), geral e em detalhe 
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Videoarte :: a fisicalidade do vídeo como linguagem  (Fluxo desContínuo :: vídeos) escrito em quarta 29 agosto 2007 16:43

Blog de digital :[in Pressões Digitais], Videoarte :: a fisicalidade do vídeo como linguagem

Em meio às (quase) infinitas possibilidades do vídeo digital, trago à memória a importante herança de Nam June Paik. Músico de formação, o coreano Paik, que estudou no Japão e na Alemanha, passou a investigar a música eletrônica e, mais tarde, os sons cotidianos, influenciado pelo movimento artístico Fluxus.

Em suas pesquisas, Paik buscava associar a música ao vídeo e à performance. Ficou conhecido por sua obra "TV Magnet" (1965), que consistiu em televisores distribuídos no ambiente da exposição com ímãs próximos aos aparelhos, o que lhes causava distorções na imagem por interferência magnética.

A criatividade com que Paik desenvolveu a linguagem artística chamada "videoarte" é espantosa. Apropriando-se do vídeo como um suporte em si, o artista desenvolveu obras visuais com o arranjo espacial de monitores de TV, estruturando aquários, jardins, torres, relógios, entre outros objetos. Atentando para a temporalidade manipulável dos vídeos que eram exibidos nesses televisores minunciosamente localizados, ele criava ambientações e narrativas, tornando suas obras ainda mais consistentes artisticamente.  

Acima, registro da obra "TV Clock" (Nam June Paik, 1982): 24 televisores. 

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TESTE INTERAÇÀO  (interATIVIDADEs :: obras interativas) escrito em quarta 22 agosto 2007 16:54

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TESTE 3D  (Estúdio3D :: animações e outras modelagens) escrito em quarta 22 agosto 2007 16:53

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Glitch Art: "bugs" virão ferramenta de arte  (piXeLaçãO :: fotografias e grafismos) escrito em quarta 22 agosto 2007 16:53

Blog de digital :[in Pressões Digitais], Glitch Art: 'bugs' virão ferramenta de arte

Glitch Art, assim vem sendo chamada uma nova expressão artística do meio digital. A técnica consiste em modificar uma imagem estática (geralmente fotografia) diretamente na sua codificação. Ou seja: ao invés de utilizar os milagrosos programas editores de imagem, que possuem inúmeras ferramentas capazes de alterar desde cores à textura e composição, os glitchers modificam a "informação" da imagem - aquela decrição cheia de símbolos e abreviações, familiar para quem conhece o HTML.

A iniciativa surgiu a partir dos erros computacionais não planejados, os indesejados bugs, que, com certeza, já te fizeram querer "matar" seu computador! ao lado, passo a passo da produção desse tipo de obra, esta feita pelo artista stAllio.

Vale ressaltar que a modificação não é feita no chamado "código-fonte" da imagem, como foi veiculado na mídia oficial e vem sendo difundido por blogs. Segundo o especialista em Computação, Orivaldo Vieira, este código só existe em imagens construídas em camadas editáveis, como é o caso dos arquivos do Photoshop, Gimp, CorelDraw, Inkscape, Bitmap. As imagens em .jpg, .png, .giff, .tiff  não possuem essa propriedade, apesar de terem uma informação codificada, que pode ser chamada simplesmente de "codificação". 

Experimentações artísticas a partir das características do suporte tecnológico foram feitas também com o vídeo por Nam June Paik, a partir da década de 60. Considerado o pai da videoarte, Paik explorou artisticamente a materialidade do vídeo aplicando-a às artes visuais. leia mais neste blog

 

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